domingo, 24 de abril de 2016

Museu Histórico Municipal: Um patrimônio esquecido em Presidente Prudente !

A cidade de Presidente Prudente deu seus primeiros passos em 1920.
A imprensa começou com os Jornais.
  MUSEU E FUNDAÇÃO ARQUIVO HISTÓRICO MUNICIPAL DE PRES.PRUDENTE É UM PATRIMÔNIO QUE PRECISA E DEVE SER PRESERVADO A QUALQUER CUSTO !

Foi nos últimos anos da década de 30 que surgiu a primeira Radioemissora.

A ferrovia e a tecnologia vieram depois
AQUI, TUDO QUE É MOSTRADO - E MUITO MAIS - FAZ PARTE DO ACERVO DO MUSEU
 HISTÓRICO MUNICIPAL DE PRESIDENTE PRUDENTE, TRANSFORMADO EM FUNDAÇÃO.
Visita ilustre de um ex-combatente.
A sede própria num antigo Matadouro
Equipamentos eletrônicos de outra era



MUSEU E ARQUIVO HISTÓRICO REPRESENTAM UM DESAFIO PARA A ATUAL E PRÓXIMA ADMINISTRAÇÃO.
O simples fato de ser Museu, não quer dizer que a iniciativa tenha parado no decorrer dos tempos. Por isso, surgiram novos Projetos - que já deveriam ter saído do  papel - pois o Centenário de Presidente Prudente está aí, em 2017.
O Engº e Arquiteto Hélio Hirao foi
o autor, juntamente com o colega e
Arquiteto, Rodrigo Morganti Neres.
ESTE É O PROJETO APRESENTADO HÁ 5 ANOS, SEM RESPOSTA.





O CONJUNTO ARQUITETÔNICO ORIGINAL (ANTIGO MATADOURO MUNICIPAL) SOFREU DESCARACTERIZAÇÃO E ESTE É O PROJETO PROPOSTO PELOS ARQUITETOS HÉLIO HIRAO E RODRIGO MORGANTI  NERES ((URBANISTA) DA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNESP.
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Esta é uma história antiga e complicada. O prédio foi construído em 1925 pelo empresário Romeu Leão Cavalcanti (Dr), para funcionar na condição de Matadouro Municipal. A construção foi atribuída a uma concorrência pública condicionada à melhoria das condições de saúde, num local onde se realizavam abates para abastecer de carne, a população da época. Esse patrimônio - segundo pesquisa da Revista Arquitetos - permaneceu preservado por muitos anos em função da lenta ocupação e extensão urbana. Até sua desativação - sem uso - em 1975, quando foi doado para a  Fundação Museu Histórico e Arquivo Municipal. O Matadouro foi tombado pelo extinto CONDEPHAT Municipal pelo Decreto 7.643, de 3 de Julho de 1991. Com o passar dos tempos a edificação tornou-se descaracterizada; e além disso passou a fazer parte do patrimônio da Prefeitura, sendo administrada pela Secretaria Municipal de Cultura através do Departamento de Preservação e Memória, criado especialmente para esse fim. Em 2002 houve fatos desastrosos, como: a queima de parte do Acervo documental e Arqueológico, o que levou uma equipe multidisciplinar da Unesp (FCT) a desenvolver um Projeto de Políticas Públicas, com apoio da Fundação para o Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP. Mas infelizmente essa parceria não teve continuidade.

Em nova tentativa de buscar solução para os problemas do Museu e Arquivo Municipal e salvaguarda do patrimônio, foram adotadas outras medidas e elaborado um Projeto de reorganização do espaço pela Equipe Multidisciplinar da FCT/Unesp, em conjunto com alunos de Arquitetura da Universidade Estadual. Referência para a Arquiteta, Lina Bo Bard e avaliação da 1ª proposta em 2004, sendo realizada uma análise do Sítio do Museu, visando revitalizar o espaço físico. Foram também consideradas as condições peculiares que o edifício histórico passou no decorrer dos anos, sobretudo a transformação de uso e sua apropriação socioespacial, que ao mesmo tempo agregou significado e memória ao imaginário social, permitindo a preservação do Edifício. Mas considerando essas características, poderiam ser criados lugares atrativos que se integram à paisagem, exploram as características originais do Edifício histórico e reforçam a apropriação pela população dessa identidade na cidade contemporânea.

O Museu e Arquivo Histórico Municipal de Presidente Prudente surgiu em 1944 por iniciativa do ex-Prefeito Domingos Leonardo Cerávolo (Dr), mas quem propôs a criação oficial foi o ex-Prefeito Antonio Sandoval Neto, através da Lei Municipal Nº 420, de 12 de Setembro de 1957. Em 1974 foi transformado em Fundação (Lei Nº 1.740). Os atrativos proporcionados aos visitantes são representados por objetos, equipamentos de trabalho, imagens e peças de uso pessoal - doados por sacerdotes - capelas e comunidades paroquiais, incluindo o antigo acervo da Catedral de São Sebastião. E ainda: utensílios domésticos, máquinas e ferramentas dos antigos moradores, material instrumental e cirúrgico. O setor de comunicação representado por Jornais, Emissoras de Rádio, Cinema e os primeiros equipamentos de som e imagem (gravadores, computadores, câmeras de filmagem e fotografias).A 1ª Lynotipe em operações no Jornal O Imparcial foi apresentada pelo saudoso Jornalista Mário Peretti. O Museu está franqueado a todos os visitantes interessados, de terça a sexta-feira no horário do expediente.

NOTÍCIA EM TEMPO REAL - Para se atualizar, acesse o Twitter: www.twitter.com/altinocorreia

Um comentário:

  1. Fiz esse vídeo com imagens da fachada do museu. Espero que goste. https://www.youtube.com/watch?v=uPO3XRYmA_4

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